sexta-feira, 2 de setembro de 2011
O texto de Andréia Cecília Ramal (2000) nos leva a um reflexão da nossa prática Pedagógica.
O Computador vai substituir o professor?
O diálogo que vou propor nesta coluna é sobre a escola. Acho que precisamos conversar
sobre isso. A Internet está trazendo consigo um novo modelo de educação, uma forma
diferente de aprendizagem, e precisamos entendê-lo, apropriar-nos disso, ser protagonistas
da mudança.
Precisamos conversar principalmente porque a existência dessa grande rede nos faz
pensar na escola que temos, ainda tão fechada, limitada, desconectada do mundo,
da vida do aluno; ainda tão distante da realidade de imagens, sons, cores e palavras
em hipermídia que constitui a nossa vida hoje.
Precisamos conversar sobre nossos sonhos para a escola, pois, se vocês não sabem,
há séculos nós, pedagogos, acumulamos sonhos sobre a sala de aula. Ivan
Illich sonhava com uma educação que não fosse limitada às instituições, que formalizam
tudo. Jean-Jacques Rousseau pensava numa escola que não corrompesse
o homem, deixando simplesmente vir à tona o que temos de melhor. Jean Piaget
queria que os níveis mentais fossem respeitados, sem pular etapas, para que não
tivéssemos que aprender aos saltos, ou decorar o que não entendemos. Freinet sonhava
com uma escola que permitisse o prazer, a aprendizagem agradável e divertida.
Paulo Freire sonhava com um lugar em que o saber do aluno fosse valorizado,onde a relação vivida nas aulas fosse o ponto de partida para uma grande transformação
do mundo. Goleman escreve sobre uma escola que permita desenvolver o
lado emocional, que tenha espaço para as artes, a música, as coisas que, enfim, nos
fazem mais humanos.
Mas não soubemos concretizar muitos desses sonhos. Talvez ainda não tivemos
tempo, porque era preciso primeiro preparar aulas, corrigir provas, anotar no quadro
e nos cadernos tantas e tantas explicações.
De repente a tecnologia entra na escola e nos obriga a recuperar tudo isso. A presença
da máquina leva todo professor a se perguntar: como é a minha aula? Do que
decorre: será que o professor vai ser substituído pelo computador? E sabemos que
a resposta é sim, não temos a menor dúvida.
Explico: é que o pior de nós vai ser substituído.
A nossa pior aula, o lado repetitivo, burocrático e por vezes até acomodado da
escola, esse vamos deixar para o computador. Ele saberá transformar nossas exposições
maçantes em aulas multimídia interativas, em hipertextos fascinantes, em
telas coloridas e interfaces amigáveis preparadas para a construção do saber. Então
poderemos, finalmente, ficar com a melhor parte, aquela para a qual não nos sobrava
tempo, porque pensávamos que devíamos transmitir conhecimentos.
Vamos receber de herança os sonhos de todas as outras gerações, redimi-las realizando
tudo o que não puderam conhecer. Agora sim, está em nossas mãos a derrubada
dos muros para fazer conexões com o mundo, a criação do espaço para a arte
e a poesia, o tempo para o diálogo amigo, o trabalho cooperativo, a discussão coletiva,
a partilha dos sentidos. Está em nossas mãos a construção de uma escola mais
feliz, feita por mestres e alunos que saibam, juntos, propor links e janelas para a sala
de aula, onde aprender não seja uma tarefa árdua e penosa, mas sim uma aventura.
Então será preciso que cada mestre se despeça da figura de professor transmissor
de conteúdos que há em si mesmo, e que os alunos abandonem seu papel de receptores
passivos. Isso é o pior de todos nós, não nos daremos mais a conhecer assim.
Vamos tentar construir juntos algo novo. É claro que nós, professores, vamos precisar deajuda: os alunos saberão nos dizer como fazer. Será que eles aceitam ser nossos mestres?
Acho que sim, é só por este próximo milênio. Nessa nova sala de aula, na verdade
todos serão mestres.
E, curiosamente, a gente vai aprender como nunca.
RAMAL, Andrea Cecília.
quarta-feira, 22 de junho de 2011
RELATÓRIO DO PROJETO (WEBQUEST)
Os professores/alunos se envolveram bastante nas atividades da webquest e conseguiram compreender o foco da proposta, a avaliação da prática docente e conseguiram fazer o texto refletindo as questões da tarefa frente os autores que pesquisados.
As dúvidas mais freqüentes foram relacionadas a pouca experiência com o computador ,mas estavam interessados na atividades e com a ajuda outros colegas com mais experiência conseguiram realizar as atividades com sucesso. Essa pouca experiência dificultou o envio da atividades para o e-mail.
Aprendizagem não prevista na aula foi que alguns professores/alunos ,inicialmente não compreenderam o sentido de avaliar a prática a prática docente, vendo-a como prática de avaliar a aprendizagem dos alunos, mas fiz uma explanação acerca do tema e das tarefas prevista e assim os professores /alunos entenderam o sentido da atividade.
Atividade foi conduzida respeitando o ritmo individual e as habilidades, bem como a experiência de cada professor/aluno com o estudo através das tecnologias. Assim procurei uma atividade não muito diretiva.
Os equipamentos e programas funcionaram a contento, assim a atividade foi muito significativa para a aprendizagem de acesso as novas tecnologias na educação.
As dúvidas mais freqüentes foram relacionadas a pouca experiência com o computador ,mas estavam interessados na atividades e com a ajuda outros colegas com mais experiência conseguiram realizar as atividades com sucesso. Essa pouca experiência dificultou o envio da atividades para o e-mail.
Aprendizagem não prevista na aula foi que alguns professores/alunos ,inicialmente não compreenderam o sentido de avaliar a prática a prática docente, vendo-a como prática de avaliar a aprendizagem dos alunos, mas fiz uma explanação acerca do tema e das tarefas prevista e assim os professores /alunos entenderam o sentido da atividade.
Atividade foi conduzida respeitando o ritmo individual e as habilidades, bem como a experiência de cada professor/aluno com o estudo através das tecnologias. Assim procurei uma atividade não muito diretiva.
Os equipamentos e programas funcionaram a contento, assim a atividade foi muito significativa para a aprendizagem de acesso as novas tecnologias na educação.
O DESAFIO DA ESCOLA NA SOCIEDADE INFORMATIZADA
Dentro do atual contexto social ,a escola tem o grande desafio de acompanhar as demandas das novas tecnologias ,convertendo informações em conhecimento escolar e ensinando aos alunos a compreender o sentido relevante dos conteúdos informatizados com isso a escola dar acesso e ensina aos educandos converter esse aprendizado em conhecimento verdadeiro e ordenado.
Com isso os alunos serão capazes de criar suas próprias estratégias para transformar as informações que recebem em conhecimento,o que requer também mudar as formas de ensinar dos professores.
Portanto ,o grande desafio educativo da escola é renovar sua cultura de aprendizagem ,haja visto que a atual sociedade requer novo perfil de aluno e de professor ,onde ambos terão de adquirir as capacidades de aquisição,interpretação,análise,compreensão e comunicação da informação.
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